O Uso do pergaminho e o Pecado original – Parte II

 

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IX – A preparação do pergaminho

A efusão de sangue animal que a obtenção do pergaminho exige, e, mais ainda, para servir a transmissão dum texto sagrado, constitui uma perversiva contradição com o que preceituam os Ensinamentos Esotéricos de quase todas, senão mesmo de todas, as Escolas e correntes Iniciáticas, ocidentais ou orientais, que recusam praticar a magia negra associada ao derramamento do sangue nos seus ritos.

Reza a lenda (pelo menos tal como nos foi transmitida por Plínio, o Velho) que o pergaminho foi inventado no tempo de Eumenes II (século II a. C.), rei de Pérgamo, a mais importante cidade da Ásia Menor, onde floresceram artistas e eruditos e se tornou célebre pela sua biblioteca, com mais de 200 mil volumes, só rivalizada pela de Alexandria, no Egito. Segundo a tradição, o rei Ptolomeu V do Egito determinou um embargo à exportação de papiro com receio que a biblioteca de Pérgamo viesse a ultrapassar a “sua” biblioteca de Alexandria. Para obviar esse impedimento o rei Eumenes de Pérgamo determinou que se criasse e passasse a utilizar o pergaminho. (A palavra “pergaminho” deriva do adjetivo latino pergamenus, -a, -um, que significa “oriundo de Pérgamo”). Esta é a tradição que desde sempre tem circulado, embora se saiba que o pergaminho já era utilizado, em diversas regiões, bastante tempo antes. Provavelmente a origem da lenda residirá no fato de os pergaminhos de Pérgamo terem a reputação de serem muito finos e de grande qualidade.

Os animais mais correntemente usados para a obtenção do pergaminho eram as ovelhas, os carneiros, as cabras e os bodes, embora também se aproveitasse o vitelo ou o novilho com esse fim. Ora, estes são precisamente os típicos animais sacrificiais dos tempos jeovísticos…

Como se fazia a preparação do pergaminho? A pele do animal tem dois lados: o lado do pelo e o lado sangrento donde foi retirada a carne. Tanto o pelo como a carne eram raspados com uma solução cáustica de cal, sendo a pele, depois, cortada à medida das dimensões desejadas, polida e alisada com cré e pedra-pomes, a fim de ficar pronta para utilização. Mesmo depois deste preparo, a diferença entre o lado do pelo e o lado da carne criava dificuldades ao ordenamento de manuscritos em pergaminho, porque um dos lados ficava sempre mais escuro e o outro mais claro.

X – O sacrifício animal

Esfolar um animal para uma utilização profana é chocante, mas enfim, uma grande parte da humanidade ainda necessita do uso de carne, mas fazê-lo para uma utilização sagrada, depois da oblação de Cristo “uma vez por todas” (cf. Hebreus 9, 23-28), não é só chocante, é uma abominação que fere a sensibilidade de quem quer que se encontre num nível de espiritualidade mais consciente, por pouco elevado que ainda seja. No seu livro Cartas aos Estudantes (Carta n.º 90, Maio de 1918), o iniciado rosacruciano Max Heindel diz o seguinte:

Decerto que pensar no sofrimento que se causa aos pobres animais, nos comboios a caminho do matadouro, e a agonia que precede o instante em que é desferido o golpe que ceifará as suas vidas e o ferro lhes cortará a garganta, induzirá quem quer que aspire à vida superior a sentir compaixão por essas pobres criaturas sem fala que não podem defender-se. […] Infelizmente, a complexidade da nossa civilização obriga-nos a usar couro em muitas coisas porque ainda não existem substitutos adequados no mercado, por exemplo em sapatos, cintos, etc.[2] Seja porém como for, deveríamos fazer todo o possível para evitar o uso de qualquer material que provenha do corpo dum animal e que exija a sua morte.” (Heindel 1975, 222).

Assim sendo, como se devem entender os sacrifícios sangrentos exigidos por Javé, no Antigo Testamento bíblico, como lemos por exemplo nas prescrições sacrificiais do Gênesis ou do Levítico?

Tecnicamente, esses sacrifícios devem ser entendidos segundo dois níveis de interpretação: pedagógico e iniciático.

XI – O significado pedagógico da “cerimônia sacrificial”

De um ponto de vista pedagógico, é importante compreender que os textos da Bíblia se referem na esmagadora maioria dos casos a realidades simbólicas e parabólicas, e não se limitam a relatar eventos históricos à maneira grega de um Heródoto, por exemplo, embora este tenha servido de modelo para certos textos judaicos, tardios, de caráter histórico-descritivo. A humanidade mencionada nos livros mais antigos da Bíblia reporta-se às Épocas Polar, Hiperbórea, Lemúrica e Atlante, numa fase em que a humanidade infante necessitava de aprender determinado número de lições para fins evolutivos.

Enquanto o ser humano não atingiu um certo grau de desenvolvimento, não tinha a noção de que a sua natureza espiritual eterna era independente da sua natureza física, e superior a esta. Para ele o físico era tudo; por isso se diz na Bíblia, nos livros referentes ao chamado “período patriarcal”, que as recompensas e os castigos de Javé tinham de ser concedidos em vida, porque os judeus dos tempos patriarcais não possuíam nenhuma noção de imortalidade. Uma vez que o sacrifício é fundamental para o progresso espiritual, é evidente que a vida que deve ser sacrificada é a que se centra na natureza animal; mas como o homem então pensava que essa natureza inferior era a sua única realidade, não se lhe podia exigir que a sacrificasse porque isso equivalia à sua aniquilação.

Assim, a Lei desses tempos exigia-lhe que sacrificasse as suas posses ou riquezas materiais, que consistiam quase sempre em gado e animais, em expiação vicária do seus pecados. Os animais sacrificados no Altar dos Holocaustos (Tabernáculo no Deserto) simbolizam portanto a natureza carnal do ser humano que tem de ser consumida, com o sal da dor, no fogo da aflição e do remorso. A dor é a grande mestra: é ela que limpa os desejos inferiores e prepara o Corpo de Desejos para a vida superior. Ou seja: a purificação é a finalidade pedagógica (e oculta) dos sacrifícios no Altar dos Holocaustos (cf. Heline I-1990, 280-281).

XII – O significado iniciático da “cerimônia sacrificial”

O nível iniciático, por sua vez, complementa e ilumina o nível pedagógico. Quando Abrão[3] perguntou a Javé como poderia saber que iria possuir, de fato, a terra que lhe estava destinada, Javé ordenou-lhe que fizesse um sacrifício: “Toma uma novilha de três anos, uma cabra de três anos, um cordeiro de três anos, uma rola e um pombinho” (Génesis 15, 9).

A iniciada rosacruciana Corinne Heline (1882-1975) ajuda-nos a compreender o contexto iniciático na sua obra-mestra New Age Bible Interpretation : Abrão cumpriu o que Javé lhe ordenara, mas não se tratou de nenhuma cerimônia sacrificial sangrenta, pois todo o episódio descrito ocorre num nível supra físico (Heline I-1990, 88-89). C. Heline recorda-nos que as verdades espirituais mais profundas nunca são passadas a escrito, mas sim transmitidas oralmente, de mestre a discípulo, e sempre de acordo com o grau de entendimento que o discípulo está apto a apreender. É por isso que o relato escrito, necessariamente fragmentário, de certas “experiências anímicas” resulta obscuro e enigmático para quem não tenha atingido o nível de consciência e de desenvolvimento de alma que lhe permita a confirmação através do “conhecimento direto” ou “em primeira mão” – tal como ensina Max Heindel no Capítulo XVII do Conceito Rosacruz do Cosmos.

Com efeito, a agonia e a morte dum ser vivo que acompanham o sacrifício animal não contribuem em nada para formar as asas que a alma desenvolve na sua elevação aos níveis superiores, tal como lemos noutro passo da Bíblia: “Amor fiel é o que me agrada, não sacrifícios; gnose de Deus, não holocaustos” (Oseias 6, 6). Este preceito da Escritura judaica é parafraseado por Jesus quando os fariseus O criticaram por se encontrar em casa, a comer, acompanhado de publicanos e notórios pecadores: “Ide e aprendei o que significa: Compaixão quero e não o sacrifício; pois não vim a chamar os justos, mas sim os que erram” (Mateus 9, 13).

A epístola aos Hebreus declara peremptoriamente: “Porque é impossível que o sangue de touros e de bodes tire os pecados [no original: “apague os erros”]” (Hebreus 10, 4).

A chave astrológica dá-nos, desde logo, um primeiro acesso ao sentido iniciático da acima referida ordenação de Javé: – a novilha é o símbolo do signo do Touro, e o seu sacrifício significa a renúncia dos desejos sexuais e dum amor meramente egoísta e personalizado; a cabra é o símbolo do Capricórnio e significa o sacrifício da ambição e do poder mundanos; o cordeiro é o simbolo do signo Carneiro e representa a ressurreição dos poderes vitais mediante a castidade e a transmutação; finalmente a rola e o pombinho são símbolos do signo Balança, e referem-se às experiências sutis que põem à prova a capacidade de discernimento neste estágio de realização espiritual (Heline I-1990, ibid.).

XIII – O “sacrifício” e o “pecado original”

Vemos por estes exemplos extraídos da Escritura que coexistem aqui duas componentes entrelaçadas: a necessidade de sublimação dos desejos sexuais (sacrifício da natureza animal do ser humano) e a necessidade de se acabar algum dia com a matança dos animais, nossos “irmãos menores” (abolição do sacrifício vicário e/ou utilitário dos seres vivos do reino animal).

Ambos estes items – ou cada um deles de per si –, na sua fase primordial (e transgressiva), constituem o que tem sido chamado o “pecado original”. Em qualquer dos casos, a consequência do “pecado original” foi, para o ser humano, uma situação de declínio e ruína que se convencionou designar por “Queda”, e que se pode definir como a passagem dum estado de beatífica harmonização interna/externa para um estado de consciência da dor e da morte.

Este conceito de “pecado original” pode ser apreendido segundo três modelos de cognição:

  • Modelo teológico-exotérico;
  • Modelo esotérico;
  • Modelo laico.

XIV – Acepção teológico-exotérica do “pecado original”

Para os teólogos cristãos, o “pecado original” tem justificação na Bíblia, e constitui a condição moralmente degradada em que cada pessoa se encontra ao nascer, por pertencer a uma espécie “geneticamente” pecadora. Este pecado “genético” é uma consequência herdada do primeiro pecado humano, o de Adão. Não há acordo entre os teólogos quanto à interpretação da narrativa bíblica sobre a “desobediência” de Adão, ao comer o fruto proibido do “conhecimento do bem e do mal”, mas, duma forma geral, concordam que o “pecado original” deriva do fato de cada ser humano não vir ao mundo como indivíduo isolado, mas como um membro duma raça que herdou, no seu conjunto, as boas e as más características da sua história passada.

No entanto, em todo o Antigo Testamento não se fala em “transmissão hereditária” duma condição inicial pecaminosa; apenas há referência, no Gênesis, às consequências naturais daquele ato: a mulher passará a parir em dores e o homem dominá-la-á (predomínio do patriarcalismo), e o homem por sua vez tirará da terra o seu sustento com trabalhos penosos e suor do rosto, e a terra produzir-lhe-á espinhos e abrolhos (Gênesis 3, 16-19).

No Novo Testamento tão-pouco há referência a uma condição pecaminosa hereditária; o eminente teólogo jesuíta Karl Rahner (1904-1984), um dos mais conceituados teólogos do século XX, acentua categoricamente que não se encontra em nenhum dos Evangelhos a ideia de que o estado atual da humanidade seja devido ao “primeiro pecado”. Já no século XVIII o iluminista Voltaire dizia o mesmo, com a veia satírica que o caracteriza: “Em suma, os judeus conheceram o pecado original tanto quanto conheceram as cerimônias chinesas; e, embora os teólogos costumem encontrar tudo o que querem na Escritura, ou totidem verbis, ou totidem litteris, podemos garantir que um teólogo razoável jamais encontrará aí esse mistério surpreendente.” (Voltaire 1964, 310-311).

Os teólogos mais renitentes e conservadores, porém, não deixam de citar uma passagem – de interpretação, aliás, difícil – da epístola de Paulo aos Romanos (5, 12-19), em que se estabelece um paralelismo entre Adão e Jesus Cristo: pela desobediência de Adão entrou a morte no mundo e muitos foram constituídos pecadores; pela obediência e pela justiça de Cristo muitos serão constituídos justos. Para a Igreja católica, só no Concílio de Trento e durante o primeiro período de trabalhos do Concílio (1545-1547) é que ficaram definidas a natureza e as consequências do “pecado original”.

O ritual do Batismo, que no Cristianismo primitivo, esotérico, era uma Iniciação mistérica de alto significado, passou a ser, com a exoterização da Igreja e da sua tradição dogmática, um ato purificatório para “remissão dos pecados”, e as crianças tinham de ser baptizadas a fim de ficarem limpas do “pecado original” que haviam herdado do transgressivo Adão.

Portanto, de um ponto de vista estritamente exotérico, o “pecado original” seria um ato de desobediência que a primitiva humanidade (Adão e Eva) teria cometido ao infringir uma ordenação divina. Essa desobediência, instigada pela “serpente” e praticada em primeiro lugar por Eva, que em seguida desencaminhou Adão, explica-se, segundo a exegese rabínica, pelo fato de o nome de Eva [hebr. hawah, “vida”, Gênesis 3, 20] se poder associar ao termo aramaico hewyâ, “serpente”, donde resulta a interpretação de que a serpente foi a ruína de Eva e Eva por sua vez foi a “serpente” de Adão. Certos autores admitem que este mito possa ter alguma conexão com uma serpente-divindade fenícia, chamada hwt.

XV – Acepção esotérica do “pecado original”

De um ponto de vista esotérico – pelo menos segundo as correntes neo-ocultistas perfilhadas por H. P. Blavatsky, Rudolf Steiner, Max Heindel, Corinne Heline, Francisco Marques Rodrigues, Edmundo Teixeira, etc. – o pecado original foi uma transgressão cometida pela humanidade nos seus primórdios, transgressão essa relacionada com a propagação da espécie.

Cingindo-nos ao Conceito Rosacruz do Cosmos, de Max Heindel, podemos resumir a evolução da Terra ao longo da “Quarta Revolução” do “Período Terrestre”, em que nos encontramos presentemente – e de acordo com a terminologia técnica adotada –, como um percurso pautado pelas seguintes grandes Épocas: 1.ª – Polar; 2.ª Hiperbórea; 3.ª Lemúrica; 4.ª Atlante; 5.ª – Ariana (atual); 6.ª – Nova Galileia ou Reino de Deus.

Max Heindel refere ainda uma 7.ª Época, a última, mas não lhe atribui nenhum nome (Heindel 1998, 218).

Somente nos finais da 3.ª Época (Lemúrica) é que surgiu a primeira Raça verdadeiramente humana – a chamada Raça Lemúrica; na Época Atlante houve sete Raças, e na Época Ariana sucederam-se, até agora, cinco Raças (pertencemos, cronologicamente, à 5.ª Raça), faltando ainda cumprir-se duas até ao final da Época. Na próxima 6.ª Época, Nova Galileia, haverá apenas uma Raça, que será a última (Heindel 1998, 218-219; 241).

Nos tempos Lemúricos a propagação da espécie e os nascimentos eram realizados sob a direção dos Anjos, os quais por sua vez eram guiados por Javé, o regente da Lua. A função procriadora exercia-se em determinadas alturas do ano, quando as linhas de força entre os planetas formavam o ângulo apropriado. Como a força criadora não encontrava nenhum obstáculo, o parto realizava-se sem dor. Os frutos da Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal (Gênesis 2, 16-17) fizeram com que o espírito se tornasse consciente da carne (Gênesis 3, 6-7), os homens e as mulheres “conheceram-se” e começaram a praticar a fecundação independentemente das forças solares e lunares apropriadas, abusaram da função sexual para gratificar os sentidos, e os seus descendentes continuaram a mesma prática. Donde resultou a dor que passou a acompanhar o processo de gestação e nascimento, bem como as enfermidades e outros sofrimentos (Heindel 1998, 223 e 227).

A “serpente” do Gênesis simboliza os Espíritos Lucíferos pertencentes à onda de vida dos Anjos, do Período Lunar (anterior ao atual Período Terrestre), e eram os “atrasados” dessa onda de vida Angélica. Necessitavam dum cérebro humano para aquisição de conhecimento, e penetraram na coluna espinal e no cérebro das mulheres, mais aptas a receber essa influência devido à sua inata capacidade imaginativa (Heindel 1998, 283). Assim, os Lucíferos despertaram a consciência pictórica dos seres humanos para o fogo serpentino da kundalini : foram os instigadores da atividade mental e do concomitante egoísmo, e inculcaram o conhecimento de que para vencer a morte bastaria que os humanos se entregassem à atividade sexual desenfreada a fim de criar e multiplicar novos seres.

A “Queda” resultante deste fato, traduzida em dor e morte, terá de ser redimida com o sacrifício da natureza animal do ser humano, como já se assinalou mais atrás; o respectivo simbolismo bíblico, como também já se assinalou, é a expiação através da carne queimada pelo fogo e pelo sal no Altar dos Holocaustos. Esta “carne queimada”, segundo Max Heindel, é um símbolo espiritual da ação do fogo da consciência, que faz de nós um “sacrifício vivo” no altar do nosso Templo Interno, o fogo da consciência desperta que nos aflige e queima ao adquirirmos a plena e sincera percepção dos nossos erros.

Continua…

Autor: Antônio de Macedo

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Nota:

[2] – Apesar de alguns inconvenientes ecológicos que a evolução da tecnologia sem dúvida acabará por resolver, os diversos tipos de plásticos – materiais sintéticos constituídos por macromoléculas poliméricas, formados a partir de celulose, caseína, petróleo, etc. – são já um indício de que a atual civilização deu um passo importante no sentido de substituir as peles e os ossos dos animais num variadíssimo leque de fins (botões, correias, estofos, vestuário, etc. etc.).

[3] – Este famoso patriarca, filho do patriarca pós-diluviano Terah (Gênesis 11, 27), começou por se chamar Abrão (hebr. Avram). Mais tarde (Gênesis, capítulo 17), num episódio de alto significado esotérico que atesta bem a importância do “poder vibratório dos nomes”, Deus mudou o nome de Abrão para Abraão (hebr. Avraham), na sequência da Aliança que fez com ele e da promessa de que seria “pai de muitas nações”.

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Sobre Luiz Marcelo Viegas

Mestre Maçom da ARLS Pioneiros de Ibirité, Nº 273, jurisdicionada à GLMMG, oriente de Ibirité/MG. Membro da Escola Maçônica Mestre Antônio Augusto Alves D'Almeida - GLMMG Contato: opontodentrodocirculo@gmail.com
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