Seis Séculos de Ritual Maçônico – 2ª Parte

Primeiro Sinal de Dois Graus

O Manuscrito Harleian é uma versão perfeitamente normal das Antigas Obrigações, mas encadernado a uma nota com a mesma caligrafia contendo uma nova versão do juramento do maçom, de particular importância, pois mostra uma grande mudança em relação a todas as formas anteriores do juramento. Aqui está:

Há palavras e sinais de um pedreiro livre a serem reveladas a você que você responderá: diante de Deus, no Grande & Terrível dia de Julgamento você mantém segredo e não revela o mesmo aos ouvidos de qualquer pessoa, a não ser aos Mestres e companheiros da referida Sociedade dos Maçons livres, assim Deus me ajude.

. . . ” Várias palavras e sinais. . .” plural, mais de um grau. E aqui em um documento que deveria ter sido datado de 1550, temos o primeiro indício da expansão das cerimônias em mais de um grau. Poucos anos depois, temos atas efetivas que provam dois graus em prática. Mas notem, Irmãos, que as cerimônias também devem ter assumido algo de sua forma moderna.

Elas provavelmente começavam com uma oração, um recitativo de parte da “história”, a postura de mão-sobre-o-livro para a leitura das Obrigações, seguido de um compromisso e, em seguida, a incumbência com palavras e sinais secretos, o que quer que fossem. Nós não sabemos o que eles eram, mas sabemos que em ambos os graus, as cerimônias estavam começando a tomar a forma de nossas cerimônias modernas. Temos que esperar um bom tempo antes de encontrar os conteúdos, os detalhes reais dessas cerimônias, mas nós os encontramos no final dos anos 1600, e este é o meu próximo tema. Lembrem-se, Irmãos, ainda estamos com apenas dois graus e eu vou lidar agora com os documentos que realmente descrevem essas duas cerimônias, como elas apareceram pela primeira vez em papel.

Primeiro Ritual para Dois Graus

O primeiro indício que temos é um documento datado de 1696, lindamente escrito à mão, e conhecido como o Manuscrito Edinburgh Register House, porque foi encontrado no Cartório de Registro Público de Edinburgh. Eu lido primeiro com a parte do texto que descreve as cerimônias efetivas. Ele é intitulado ‘THE FORME OF GIVING THE MASON WORD’ (A forma de dar a palavra do maçom), que é uma maneira de dizer que é a forma de iniciar um maçom. Ela começa com a cerimônia que transforma um aprendiz em um “Aprendiz Maçom (geralmente cerca de três anos após o início de seu emprego), seguido da cerimônia para a admissão do mestre maçom ou companheiro”, o título do segundo grau. Os detalhes são fascinantes, mas eu só posso descrevê-los muito rapidamente, e onde sempre que puder, usarei as palavras originais, de modo que vocês possam ter a sensação da coisa.

Somos informados de que o candidato ‘era colocado de joelhos’ e “depois de um grande número de cerimônias para assustá-lo” (coisa áspera, judiação; aparentemente eles tentavam apavorá-lo), ele tomava o livro e naquela posição ele fazia o juramento, e aqui está a versão mais antiga do juramento do maçom descrita como parte de uma cerimônia completa.

Pelo próprio Deus e você responderá a Deus quando você estiver nu diante dele, no grande dia, que você não revelará qualquer parte do que você ouvir ou ver, neste momento, seja por palavra, escrita, nem colocará por escrito em momento algum nem desenhará com a ponta de uma espada, ou qualquer outro instrumento sobre a neve ou a areia, nem você falará sobre isso, a não ser com um maçom iniciado; assim Deus lhe ajude.

Irmãos, se vocês estiverem lendo muito cuidadosamente, acabaram de ver a versão mais antiga das palavras ‘compor, esculpir, marcar, gravar ou de outra forma delineá-los’. A primeira versão é a que acabo de ler, “não o escreverá nem o colocará por escrito, nem o desenhará com a ponta de uma espada ou qualquer outro instrumento sobre a neve ou a areia.” Observem, Irmãos, não havia nenhuma penalidade no compromisso, apenas uma obrigação clara de segredo.

Depois de ter terminado a obrigação, o jovem era levado para fora da loja pelo último candidato anterior, a última pessoa que foi iniciada antes dele. Fora da porta da loja, a ele era ensinado o sinal, posturas e palavras de entrada (não sabemos quais eram elas, até que ele voltasse). Ele voltava, tirava o chapéu e fazia ‘uma mesura ridícula’ e, em seguida, ele dava as palavras de entrada, que incluíam uma saudação ao mestre e aos irmãos. Ele terminava com as palavras “sob não menos dor do que cortar minha garganta” e há uma espécie de nota de rodapé que diz “pois que você deve fazer esse sinal quando diz isso”. Esta é a primeira aparição em qualquer documento do sinal de um aprendiz maçom.

Agora, Irmãos, esqueçam tudo sobre suas lojas lindamente decoradas; eu estou falando de maçonaria operativa, quando a loja era ou uma pequena sala na parte de trás de uma taverna, ou em cima de uma taverna, ou então um galpão ligado a um grande trabalho de construção; e se houvesse uma dúzia de pedreiros lá, teria sido um bom quórum. Então, depois que o garoto tinha feito o sinal, ele era levado até o Mestre para a “incumbência”. Aqui está o Mestre; aqui, ao lado, está o candidato; aqui está o ‘instrutor’, e ele, o instrutor, sussurra a palavra no ouvido de seu vizinho, que sussurra a palavra para o homem seguinte e assim por diante, por toda a volta da loja, até que chegue ao Mestre; e o Mestre dá a palavra ao candidato. Neste caso, existe um tipo de nota de rodapé bíblica, que mostra, sem sombra de dúvida, que a palavra não era uma palavra, mas duas. B e J, dois nomes de pilar, para o aprendiz maçom. Isto é muito importante mais tarde, quando começarmos a estudar a evolução de três graus. No sistema de dois graus havia dois pilares para o aprendiz maçom.

Isso era realmente a totalidade do trabalho em loja, mas era seguido por um conjunto de perguntas e respostas simples intitulado “ALGUMAS PERGUNTAS QUE MAÇONS COSTUMAM FAZER ÀQUELES QUE TÊM A PALAVRA, ANTES QUE ELES O RECONHEÇAM”. Ele incluía algumas perguntas para testar um estranho do lado de fora da loja, e este texto nos dá a primeira e mais antiga versão do catecismo maçônico. Aqui estão algumas das quinze perguntas:

Você é um pedreiro? Como posso saber? Onde você ingressou? O que faz uma loja verdadeira e perfeita? Onde era a primeira loja? Existem luzes em sua loja? Existem joias em sua loja?

Aí estão os primeiros passos do simbolismo maçônico. É incrível o quão pouco havia no início. Lá, Irmãos, 15 perguntas e respostas, que deviam ser respondidas pelo candidato; ele não tinha tido tempo para aprender as respostas. E essa era toda a cerimônia de aprendiz maçom.

Agora lembrem-se, Irmãos, estamos falando de maçonaria operativa, na época em que os maçons ganhavam a vida com martelo e cinzel. Nestas condições o segundo grau era tomado cerca de sete anos após a data da iniciação quando o candidato voltava a ser feito ‘mestre ou companheiro de ofício’. Dentro da loja esses dois graus eram iguais, ambos pedreiros totalmente treinados. Fora da loja, um era um empregador, o outro um empregado. Se ele era o filho de um Burguês livre da cidade, ele poderia levar sua liberdade para a loja e ser feito mestre imediatamente. Caso contrário, ele tinha que pagar pelo privilégio, e, até então, o companheiro permanecia como empregado. Mas dentro da loja ambos tinham o mesmo segundo grau.

Assim, após o fim de seu contrato de aprendizagem, e servindo mais um ano ou dois por “carne e honorário”, (ou seja, comida mais um salário), ele vinha em seguida, para o segundo grau. Ele era “colocado de joelhos e fazia o juramento de novo”. Era o mesmo juramento que ele tinha feito como aprendiz, omitindo apenas três palavras. Em seguida, ele era levado para fora da loja pelo companheiro mais jovem, e lá lhe eram ensinados os sinais, postura e palavras de entrada (ainda não sabemos quais eram elas). Ele voltava e dava o que era chamado de “sinal de companheiro”, mas este não é descrito, por isso não posso falar a vocês sobre ele. Em seguida, ele era levado para a incumbência. E agora, o companheiro mais novo, o sujeito que o havia levado para fora, sussurrava a palavra ao seu vizinho, cada um, por sua vez a passava adiante a toda a loja, até chegar ao Mestre, e o Mestre, sobre os cinco pontos de companheirismo – segundo grau, dava a palavra ao candidato. Os cinco pontos naqueles dias – pé com pé, joelho com joelho, coração contra coração, mão na mão, orelha contra orelha, que é como era em sua primeira aparição. Nenhuma legenda de Hiram e nenhuma frescura; apenas os cinco pontos e uma palavra. Mas neste documento, a palavra não é mencionada. Ela aparece pouco tempo depois e eu abordarei isso mais tarde.

Havia apenas duas perguntas de teste para um grau de companheiro, e isso era tudo. Dois graus, muito bem descritos, não só neste documento, mas em dois outros textos irmãos, o Manuscrito Chetwode Crawley, datado de cerca de 1700 e o Manuscrito Kevan, muito recentemente descoberto, datado de cerca de 1714. Três maravilhosos documentos, todos do sul da Escócia, todos contando exatamente a mesma história – materiais maravilhosos, se vocês se atreverem a confiar neles. Mas, lamento dizer-lhes, Irmãos, que nós, enquanto cientistas em maçonaria, não ousamos confiar neles, porque eles foram escritos em violação a um juramento. Para colocar de forma mais simples, quanto mais eles nos contam, menos eles são confiáveis, a menos que, por algum acaso ou por algum milagre, possamos provar, como precisamos fazer, que esses documentos foram efetivamente usados em uma loja; caso contrário eles são inúteis. Neste caso, por um acaso muito feliz, temos a prova e ela é uma bela história. Isso é o que vocês terão agora.

Lembrem-se, Irmãos, os nossos três documentos são de 1696 até 1714. Bem no meio desse período, no ano de 1702, um pequeno grupo de cavalheiros escoceses decidiu que queriam ter uma loja em seu próprio quintal, por assim dizer. Estes eram cavalheiros que viveram no sul da Escócia, próximo a Galashiels, cerca de 50 km a sudoeste de Edimburgo. Eles eram todos proprietários notáveis nessa área – Sir John Pringle de Hoppringle, Sir James Pringle, seu irmão, Sir James Scott de Gala (Galashiels), seu cunhado, mais cinco vizinhos se reuniram e decidiram formar sua própria Loja, na aldeia de Haughfoot perto de Galashiels. Eles escolheram um homem que tinha uma caligrafia maravilhosa para ser o seu escrivão, e pediram-lhe que comprasse um livro de atas. Ele o fez. Um livrinho lindo com capa de couro (tamanho octavo), e ele pagou “catorze xelins” escoceses por ele. Eu não vou entrar em detalhes de moedas, mas hoje seria o equivalente a cerca de vinte e cinco centavos. Sendo um escocês, ele tomou nota muito cuidadosamente da quantidade e lançou em seu livro de atas, para ser reembolsado a partir do primeiro dinheiro devido à sociedade. Então, em preparação para a primeira reunião da loja, ele começou com o que teria sido a “página um” com algumas notas, de que não sabemos os detalhes. Mas ele continuou e copiou um desses rituais escoceses inteiro, completo do começo ao fim.

Quando ele terminou, ele tinha enchido dez páginas, e suas últimas vinte e nove palavras de ritual foram as primeiras cinco linhas na parte superior da página onze. Agora, este era um escocês, e eu disse a vocês que ele tinha pagado “catorze xelins” por esse livro e a ideia de deixar três quartos de uma página vazia ofendia sua parcimônia escocesa nativa. Então, para evitar desperdiçá-la, abaixo das vinte e nove palavras, ele colocou um título ‘O Mesmo Dia’ e foi direto em frente com a ata da primeira reunião da Loja. Eu espero que vocês possam imaginar tudo isso, Irmãos, porque eu escrevi a história da ‘Loja de Haughfoot’, o a primeira Loja totalmente não operativa na Escócia, trinta e quatro anos mais antiga que a Grande Loja da Escócia. As atas foram lindamente mantidas por sessenta e um anos e, eventualmente, em 1763, a Loja foi engolida por alguma das lojas vizinhas maiores. O livro de atas foi para a grande Loja de Selkirk e desceu de Selkirk a Londres para eu escrever a história.

Nós não sabemos quando isso aconteceu, mas, em algum momento durante esses sessenta e um anos, alguém, talvez um dos secretários posteriores da loja, deve ter aberto esse livro de atas e avistado as páginas de abertura e ele deve ter tido um ataque! Ritual em um livro de atas! Fora! E as primeiras dez páginas desapareceram; elas estão completamente perdidas. Aquele açougueiro teria tomado a página onze também, mas nem mesmo ele teve coragem de destruir a ata da primeira reunião desta maravilhosa loja. Assim, foi a ata da primeira reunião que salvou essas vinte e nove palavras de ouro na parte superior da página onze, e as vinte e nove palavras são praticamente idênticas às partes correspondentes do manuscrito Edinburgh Register House e seus dois textos irmãos. Essas palavras preciosas são uma garantia de que os outros documentos podem ser confiáveis, e isso nos dá um ponto de partida maravilhoso para o estudo do ritual. Não só temos os documentos que descrevem as cerimônias; temos também uma espécie de critério, pelo qual podemos julgar a qualidade de cada novo documento à medida que ele chega, e neste momento eles começam a chegar.

Agora Irmãos, deixe-me avisá-los que até agora estamos falando de documentos escoceses. O céu abençoe os escoceses! Eles cuidaram de cada pedaço de papel, e se não fosse por eles, não teríamos praticamente nenhuma história. O nosso material mais antigo e mais fino é quase todo escocês. Mas, quando os documentos ingleses começam a aparecer, eles parecem se encaixar. Eles não só se harmonizam, muitas vezes eles preenchem lacunas nos textos escoceses. De agora em diante, citarei o país de origem daqueles documentos que não são ingleses.

Nos próximos anos, encontraremos uma série de valiosos documentos de rituais, incluindo algumas da maior importância. O primeiro deles é o Manuscrito Sloane, datado de cerca de 1700, um texto inglês, hoje na Biblioteca Britânica. Ele dá vários “toques” que não tinham aparecido em qualquer documento antes. Ele dá uma nova forma de juramento do Maçom, que contém as palavras “sem equívoco ou reserva mental”. Aquilo aparece pela primeira vez no Manuscrito Sloane, e Irmãos, a partir deste ponto em diante, cada detalhe ritual que eu dou a vocês, será uma novidade. Não repetirei os detalhes individuais conforme eles reaparecem nos textos posteriores, nem posso dizer com precisão quando uma determinada prática, na verdade, começou. Vou simplesmente dizer que este ou aquele item aparece, pela primeira vez, dando-lhe o nome e data do documento pelo qual ele pode ser provado.

Se estiver me acompanhando, você perceberá – e lhes peço que pensem nisso desta maneira – que vocês estão assistindo uma plantinha, uma muda de Maçonaria, e cada palavra que eu proferir será um novo rebento, uma nova folha, uma nova flor, um novo ramo. Vocês estarão assistindo o ritual crescer; e se vocês o virem dessa forma, Irmãos, eu sei que eu não estou perdendo meu tempo, porque essa é a única maneira de vê-lo.

Agora, de volta ao Manuscrito Sloane. Ele tem uma fantástica coleção de ‘toques (apertos de mão)’ e outros modos estranhos de reconhecimento. Tem um catecismo de cerca de vinte e duas perguntas e respostas, muitas delas semelhantes às dos textos escoceses, e há uma nota que parece confirmar dois pilares para o Aprendiz.

Um parágrafo posterior fala de uma saudação (?) ao Mestre, uma curiosa postura de ‘abraço’, com ‘a garra de mestres por suas mãos direitas e parte superior dos dedos da mão esquerda batendo fechados na omoplata um dos outro. . . ‘. Aqui, a palavra é dada como Moha – Bon ‘, metade em uma orelha e metade na outra, para ser utilizada como uma palavra de telhamento.

Essa foi sua primeira aparição em qualquer um dos nossos documentos, e se você estivesse telhando alguém, você diria ‘Moha’ e o outro teria que dizer ‘Bon’; e se ele não dissesse “Bon” você não teria nenhum negócio com ele.

Falarei sobre várias outras versões à medida que elas surgirem mais tarde, mas devo salientar que aqui é um documento inglês preenchendo lacunas nos três textos escoceses, e esse tipo de coisa acontece continuamente.

Agora temos outro documento escocês, o Manuscrito Dumfries No. 4 datado de cerca de 1710. Ele contém uma massa de material novo, mas eu só posso mencionar alguns dos itens. Uma de suas perguntas é: “Como você foi trazido? Vergonhosamente, com uma corda em volta do pescoço”. Este é o primeiro cabo de reboque; e uma resposta mais tardia diz que a corda “é para me enforcar se eu trair a minha confiança”. Dumfries também menciona que o candidato recebe o ‘Real Segredo’ ajoelhado no “em meu joelho esquerdo”.

Entre muitas Perguntas e Respostas interessantes, ele lista algumas das penalidades incomuns daqueles dias. “Meu coração retirado vivo, minha cabeça cortada, meu corpo enterrado dentro da enchente da maré”. “Dentro da enchente da maré” é a versão mais antiga do “comprimento do cabo desde a praia”. Irmãos, há muito mais, ainda, mesmo nesta fase inicial, mas eu tenho que ser breve e lhes dar todos os itens importantes à medida que avançamos para a próxima fase.

Enquanto isso, esta era a situação na época em que a primeira Grande Loja foi fundada em 1717. Temos apenas dois graus na Inglaterra, um para o Aprendiz e o segundo para o “mestre ou companheiro de ofício”. O Dr. Anderson, que compilou o primeiro Livro Inglês das Constituições em 1723, na verdade, descreveu o segundo grau inglês como “Mestres e Companheiros”. O termo escocês já tinha invadido a Inglaterra.

A próxima grande etapa na história do ritual é a evolução do terceiro grau. Na verdade, sabemos muito sobre o terceiro grau, mas existem algumas lacunas terríveis. Não sabemos quando ele começou ou por que ele começou, e não podemos ter certeza de quem o começou! À luz de uma vida de estudo, eu vou dizer a vocês o que sabemos, e tentaremos preencher as lacunas.

Teria sido fácil, é claro, se se pudesse estender a mão em uma biblioteca muito boa e puxar um grande livro de atas e dizer: “Bem, aqui está o mais antigo terceiro grau que já aconteceu”; mas isso não funciona dessa maneira. Os livros de atas vieram muito mais tarde.

Continua…

Autor: Harry Carr
Tradução: José Filardo

Notas

Harry Carr foi Past Master e Secretário por muito tempo da Quatuor Coronati Lodge No. 2076, CE, que é conhecida como a “Primeira Loja de Pesquisas Maçônicas.”.

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Sobre Luiz Marcelo Viegas

Mestre Maçom da ARLS Pioneiros de Ibirité, Nº 273, jurisdicionada à GLMMG, oriente de Ibirité/MG. Membro da Escola Maçônica Mestre Antônio Augusto Alves D'Almeida - GLMMG Contato: opontodentrodocirculo@gmail.com
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