A Origem da Alma – Capítulo 2

O ORFISMO

De acordo com Werner Jaeger, foram os gregos que determinaram por vários séculos – poderia-se dizer, alguns milênios – a forma como o homem civilizado deveria conceber a natureza e o destino da alma. Esta concepção grega da alma começou a desenvolver-se no século VI a.C, quando se passou a crer que a alma era divina e tinha um destino metafísico. Os mitos gregos sobre a alma não foram fruto puramente do espírito filosófico, mas, sim, da influência do movimento religioso chamado Orfismo, visto que, conforme Jaeger, este movimento teria caminhado, de certa forma, numa linha paralela com a filosofia nascente. Sua influência sobre o pensamento não tomou a forma de um dogma religioso acabado, mas de uma livre catarse intelectual de crenças acerca da alma (JAEGER, 1992, p.77).

As obras modernas de história da religião referem-se ao Orfismo como uma comunidade religiosa bem organizada cujos princípios teriam vindo provavelmente do Oriente. Supõe-se que esta comunidade tenha ensinado a primeira religião revelada; teria sido, na verdade, uma verdadeira igreja com tudo o que um cristão consideraria próprio de uma igreja. Havia regras para a purificação do homem dos pecados que este havia cometido. Havia também regras para abster-se de carne e seguir uma alimentação puramente vegetariana, conduzindo a um ritual disciplinar da dieta. Junto com prescrições especiais para abster-se de toda a forma de derramamento de sangue e certas regras ascetas de abstinência, havia um mandamento que ordenava a justa condução da vida. Assim, a religião órfica tomou a forma de uma forma de vida (JAEGER, 1992, p.63).

Os órficos consideravam como fundador de seu movimento o mítico poeta trácio Orfeu[12] que, ao contrário do tipo de vida encarnado pelos heróis homéricos, teria vivenciado um tipo mais interior e espiritual de vida. Não se sabe a origem do movimento e como ele se difundiu na Grécia. É certo, entretanto, o seu florescimento ou reflorescimento no século VI a.C., visto que existem testemunhos[13] que confirmam que, naquele século, a doutrina órfica estava já bem definida nos livros sagrados (KIRK; RAVEN; SCHOFIELD, p.15).

Segundo a crença fundamental de seus seguidores, a vida terrena seria uma simples preparação para uma vida mais elevada, que poderia ser merecida por meio de cerimônias e ritos purificadores que constituíam o arcabouço secreto da escola. Essa crença passou para outras escolas filosóficas da Grécia antiga, como a escola pitagórica e a escola platônica. Na República (II.364e), Platão menciona uma série de tratados oferecidos pelos “poetas errantes de Museu e Orfeu”, nos quais era ensinada uma religião catártica e os seus respectivos rituais, chamados teletai (i.e., iniciações). Os tratados traziam conselhos práticos acerca dos diversos métodos que conduziriam à absolvição dos antigos pecados do indivíduo ou dos seus antepassados (JAEGER, 1991, p.21).

Os mistérios órficos eram, portanto, essencialmente, rituais de purificação para que a alma do poeta, do vidente e do legislador não fosse submetida às águas do esquecimento (léthe), para que não se esquecesse do que lhe era transmitido pelo divino. Esses rituais de purificação se baseavam na crença na imortalidade da alma, sendo que a ascensão seria conseguida após muitas reencarnações ou transmigrações, e a finalidade ritualística era justamente purificar a alma do iniciado para acelerar sua libertação da “roda dos nascimentos” (CHAUÍ, p.65).

O núcleo fundamental das crenças ensinadas pelo Orfismo consistia nas seguintes proposições:

  • a) No homem vive um princípio ou uma potência divina, um dáimon[14] , entidade que governa o destino da alma de cada um e que, com a alma, vem habitar em um corpo em conseqüência de uma culpa originária;
  • b) O dáimon e a alma existem antes do nascimento do corpo e subsistem depois da morte corporal, e estão destinados a reencarnar-se sempre de novo em corpos sucessivos através de uma série de renascimentos a fim de que ocorra a purificação da alma e a sua consequente libertação dos renascimentos;
  • c) A vida órfica, ou iniciação aos mistérios sagrados, com as suas práticas de purificação, ensina a alma a ouvir os conselhos do seu dáimon, assegurando a sua purificação e possibilitando ao homem libertar-se do ciclo dos nascimentos;
  • d) Aquele que não se purifica continuará pagando por suas faltas incessantemente, o contínuo renascer em corpos sucessivos sendo a sua punição;
  • e) Aquele, entretanto, que se inicia nos mistérios e segue os ritos, não só se purifica, mas prepara-se para recompensas na vida futura imortal, pois o destino dos homens é “regressar ao divino”. Saber padecer e dispor-se a se purificar constituem a educação e o itinerário da alma para alcançar seu destino segundo a justiça reparadora de todas as culpas.

A alma, portanto, tendo uma origem divina e sendo imortal, deve tomar consciência de si mesma e elevar-se pela purificação para fazer jus à imortalidade que os deuses lhe concederam. Exige-se que a alma permaneça pura e não se deixe contaminar pelas impurezas do corpo, a matéria mortal perecível, conseguindo este fim graças a uma vida de elevação espiritual (áskesis) e aos rituais de purificação (kátharsis). Nas palavras de Chauí (p.66), “a religião deixa de ser uma religião de exterioridade, isto é, de culto aos deuses, para tornar-se uma religião de interioridade, isto é, de ascese moral e de catarse da alma, hóspede passageira do corpo mortal.”

O novo esquema de crenças consiste, pois, numa concepção dualista do homem, que contrapõe a alma imortal ao corpo mortal e considera a primeira como o verdadeiro homem ou, melhor dizendo, o que verdadeiramente vale no homem. Trata-se de uma concepção, como foi bem notado, que inseriu na civilização européia uma nova interpretação da existência humana. Para Giovanni Reale, parece não haver dúvidas de que esta concepção seja de origem órfica. Para tanto, cita Platão que, ao referir-se a uma concepção bastante similar a esta, a associa expressamente aos órficos, como fica claro nesta passagem do Crátilo:

De fato alguns dizem que o corpo é túmulo da alma, como se esta estivesse nele enterrada: e dado que, por outro lado, a alma exprime com ele tudo o que exprime, também por isso foi chamado justamente “sinal”. Todavia, parece-me que foram sobretudo os seguidores de Orfeu a estabelecer este nome, como se a alma expiasse as culpas que devia expiar, e tivesse em torno de si, para ser custodiada, este recinto, semelhante a uma prisão. Tal cárcere, portanto, como diz o seu nome, é custódia [soma] da alma, enquanto esta não tenha pago todos os seus débitos, e não há nada a mudar, nem mesmo uma só letra. (PLATÃO, Crátilo, 400c, apud Reale, 1993, p.80)

Sobre a doutrina de transmigração da alma em corpos sucessivos, também chamada de metempsicose, a opinião mais difundida dos estudiosos é a de que, efetivamente, foram os órficos a difundir sua crença na Grécia. Mesmo o comentador Zeller[15], embora resistindo muito a admitir que os mistérios tivessem uma incidência de relevo sobre a filosofia, escrevia: “[…] em todo caso, parece seguro que, entre os gregos, a doutrina da transmigração das almas não veio dos filósofos aos sacerdotes, mas dos sacerdotes aos filósofos”. Alguns estudiosos contestaram esta posição, mas Reale procura defendê-la, como lemos a seguir:

Nenhuma fonte antiga diz expressamente que foram os órficos a introduzir a crença na metempsicose; antes, algumas fontes tardias dizem até mesmo que foi Pitágoras. Todavia, deve-se observar o seguinte: a) as antigas fontes, quando falam de metempsicose, referem-na como uma doutrina revelada por “antigos teólogos” e “sacerdotes”, ou outras expressões com as quais comumente se alude aos órficos; b) em certa passagem do Crátilo [já vista acima], Platão menciona expressamente os órficos, atribuindo-lhes a doutrina do corpo como lugar de expiação da culpa original da alma, que pressupõe estruturalmente a metempsicose, e também Aristóteles refere expressamente aos órficos doutrinas que implicam a metempsicose; c) algumas fontes antigas fazem depender expressamente Pitágoras de Orfeu e não vice-versa. (REALE, 1993, p.182)

Ainda conforme Reale, apesar de muitos reconhecerem que a doutrina da transmigração das almas tenha sido transmitida aos filósofos justamente pelos órficos, nem todos souberam extrair as conseqüências que esse reconhecimento comportava, as quais são de máxima importância. Com o Orfismo nasce a primeira concepção dualista de alma e corpo: pela primeira vez o homem vê contrapor-se em si dois princípios em luta um contra o outro, justamente porque o corpo é visto como cárcere e lugar de punição do dáimon. Enfraquece-se a visão naturalista que predominava antes e, assim, o homem começa a compreender que nem todas as tendências que percebe em si são boas, e que algumas, ao contrário, devem ser reprimidas e comprimidas. É necessário purificar o elemento divino nele existente distinguindo-o do elemento corpóreo. Com isto, estão lançadas as premissas de uma revolução de toda a visão da vida ligada à religião pública: a virtude dos heróis homéricos, a areté tradicional, deixa de ser a verdadeira virtude; a vida passa a ser vista segundo uma dimensão totalmente nova.

Também Jaeger aponta para a importância da doutrina órfica em relação àquilo que seria o futuro entendimento da palavra psykhè. Para o autor, é impossível não ver nesta doutrina uma das causas mais importantes da palavra ψυχή[16], seu triunfo final. E este conceito amplo de psykhè não se manteve confinado exclusivamente a estes grupos místicos, mas inseriu-se, também, na vida intelectual dos gregos. Não é surpreendente, portanto, que a nova doutrina da transmigração tenha adotado esta forma de referir-se à alma, forma que era a mais ampla de todas, pois se baseava notoriamente na própria doutrina da unidade da alma-vida com a consciência (JAEGER, 1992, p.87).

Ora, a ideia de uma alma independente do corpo e peregrinando sem cessar através de variadas experiências seria absolutamente impossível se se mantivesse a distinção homérica entre uma alma-vida e uma alma-consciência vinculada por completo aos órgãos e processos corporais. Assim, para Jaeger (1992, p.88), “é patente que o que foi realmente fecundo nesta doutrina não foi a concepção mítica da transmigração, mas o impulso que esta teoria haveria de dar ao desenvolvimento da ideia da alma como uma unidade da vida e do espírito, e o vigor com que concebeu esta psykhè como um ser espiritual por seu próprio direito, totalmente independente do corpóreo.”

A feição distintiva da teoria da transmigração é a conservação da identidade do eu tanto antes quanto depois desta vida. Verifica-se agora um motivo autenticamente religioso na permanência da pessoa como agente responsável, tanto intelectual como moralmente, colaborador ativo de seu próprio destino, ainda que imerso nos processos naturais e universais da geração e corrupção. Por obra deste contraste com a concepção panteísta e naturalista do homem, adquire a teoria da transmigração uma dignidade que a eleva muito acima do nível da simples mitologia primitiva (JAEGER, 1992, p.89).

O homem se sente, agora, responsável pelo futuro destino de sua alma e já não se sente plenamente em sua pátria neste mundo. Sua alma, advinda de uma esfera mais alta, é um hóspede de passagem pela casa do corpo. Apenas nos sonhos e na hora da morte, quando o corpo a deixa livre, é completamente ela mesma. Jaeger enxerga na teoria órfica da alma um antecedente direto da ideia da natureza divina da alma que se desenvolveria, mais tarde, com Platão e Aristóteles (JAEGER, 1992, p.91).

Assim, e ainda conforme Jaeger, podem se chamar de incorretos alguns comentários da história da filosofia grega que colocam os chamados sistemas órficos como uma etapa primitiva do espírito filosófico:

Indubitavelmente, a teoria da divinidade da alma assinala uma mudança de rumo na história primitiva da ideia filosófica de Deus. Os escritores teogônicos só podem ser entendidos à luz de sua estreita relação com os filósofos de seu próprio período, estando conectados com eles pelo vínculo comum da especulação teológica. Existem interconexões orgânicas do desenvolvimento do pensamento religioso onde a filosofia desempenhou um papel desde o início de seus tempos. (JAEGER, 1992, p.62)

Naturalmente, esta religião não era filosofia em sentido restrito, porém se mantinha alinhada à forma de pensamento que toma por estudo o mundo transcendente. Desde os tempos de Platão e Aristóteles, a teologia filosófica completou suas provas racionais acerca da existência de Deus insistindo na realidade da íntima experiência que a alma pode ter com o divino; porém, o desenvolvimento desta ideia remonta às doutrinas e cerimônias dos mistérios. Conforme Jaeger (1992, p.92), aqui nos encontramos pela primeira vez com aquele gênero de experiência religiosa descrito em um importante fragmento aristotélico (Aristóteles, frag. 15) onde lemos que “aqueles que participam das cerimônias de iniciação não têm intenção de aprender nada, mas, sim, de experienciá-las e adquirir uma certa disposição interna”.

Ou, melhor explicado pelas palavras do próprio Jaeger,

a experiência do Divino nas iniciações se caracteriza como uma verdadeira paixão da alma em contraste com o simples conhecimento intelectual, que não necessita de uma relação especialmente qualificada com seu objeto. Uma afirmação como esta nos leva a concluir que, para os iniciados, a própria natureza divina da alma, preservada de todo o mal por sua pureza imaculada, seria a garantia de sua suscetibilidade às influências divinas (JAEGER, 1992, p.92, grifo nosso).

Para confirmar esta certeza que os órficos tinham na divinidade da alma, Reale nos apresenta informações contidas em algumas lâminas órficas: Na lâmina órfica encontrada em Hipônio, diz-se que a alma purificada no além fará um longo caminho pelas vias que percorrem também os outros iniciados. Na lâmina encontrada em Petélia, diz-se que a alma reinará junto com outros heróis. Na lâmina encontrada em Turi, diz-se que a alma purificada, assim como originariamente pertencia à estirpe dos deuses, será Deus e não mortal.

Eis parte do texto desta lâmina:

[…] Alegra-te tu que sofreste a paixão: antes não a havias sofrido; De homem nascerás Deus. […] (lâmina encontrada em Turi, 4 in Kern, apud Reale, 1993, p.187)

“De homem nascerás Deus, porque do divino derivas: eis a mais revolucionária novidade do novo esquema de crenças, cujo acolhimento estava destinado a transformar o mais antigo significado da vida e da morte” (REALE, 1993, p.187). A revolução do Orfismo é, pois, evidente: se o corpo é prisão da alma, o lugar onde esta paga a pena de uma antiga culpa e, se a reencarnação é como a continuação desta pena, é claro que a alma deve libertar-se do corpo, sendo este, justamente, o seu fim último, o prêmio que lhe compete. Assim, segundo a nova concepção, a todos os homens, sem exceção, compete um prêmio ou uma pena, segundo o modo como tenham vivido. Não há mais privilégios: todos têm o mesmo destino (REALE, 1993, p.185).

Continua…

Autora: Anna Maria Casoretti

Anna é Graduada em Filosofia, mestranda em Filosofia pela PUC, participante do Grupo de Pesquisa de Estudos Platônicos (PUC-SP/ Cnpq).

Fonte: Revista Pandora Brasil

Notas

[12] – O mito relacionado a Orfeu nos conta que ele foi o poeta e músico mais talentoso que já viveu. Quando tocava sua lira, todos os animais paravam para escutar seus sons. Orfeu apaixona-se por Eurídice, a mais bela mulher existente, e com ela se casa. Mas, picada por uma serpente, Eurídice morre. Orfeu fica transtornado de tristeza. Decide ir até o Mundo dos Mortos, o Hades, para tentar trazê-la de volta. A canção pungente e emocionada de sua lira alivia os tormentos dos condenados. Encontra muitos monstros durante sua jornada, e os encanta com seu canto. Ao chegar diante da deusa Perséfone, esta, comovida, permite que Eurídice volte com Orfeu ao Mundo dos Vivos. Mas, com uma única condição: que ele não olhasse para ela até que ela, outra vez, estivesse à luz do sol. Mas ele, ao atingir a luz do sol, se vira, para certificar-se que Eurídice o estava seguindo. Enquanto ele a olha, ela se torna de novo um fino fantasma, com seu grito final de amor e pena ecoando pelo Mundo dos Mortos e pelo Mundo dos Vivos. Ele a havia perdido para sempre. Em desespero total, Orfeu se retira e se isola do mundo, vivendo casto até o resto de seus dias. Torna-se, então, um sábio conselheiro para todos os desesperados, atormentados pelas ilusões da vida.

[13] – Efetivamente, em termos de referências sobre o movimento órfico, há relatos de que o poeta Ibico, no século VI a.C, fala de “Orfeu de nome famoso”, atestando, assim, a grande notoriedade da personagem daquela época, o que só se explica supondo a existência e a difusão do movimento religioso que a ele se remetia (Ibico, fr 17, citado em Diehl). Eurípedes e Platão atestam que na sua época corria um grande número de escritos sob o nome de Orfeu, referentes aos ritos e purificações órficas (Eurípides, Alcesti e Platão, República, II, 364). De ritos e iniciações órficas nos falam, também, Heródoto e Aristófanes. Mas talvez o mais interessante de todos os testemunhos seja o de Aristóteles, segundo o qual Onomácrito pôs em versos doutrinas atribuídas a Orfeu (Aristóteles, De philos). Ora, dado que Onomácrito viveu no século VI a.C, temos um ponto de referência seguro: no século VI a.C se compunham seguramente escritos em versos sob o nome do mítico poeta e, portanto, existia um movimento espiritual que reconhecia em Orfeu o seu patrono e inspirador (cf. Reale, 1993, p. 177).

[14]Dáimon, Δαίμων: este termo, que será visto outras vezes neste trabalho, significa, genericamente, divindade ou deus, referindo-se a um deus menor e nunca a um deus pré-olímpico ou olímpico. Mais restritamente, significa uma raça de seres espirituais mais ou menos intermediária entre os deuses e os seres humanos, mas sempre com atributos divinos. A palavra dáimon também denota especificamente a divindade menor (gênio) tutelar de uma cidade ou de cada indivíduo humano (como o célebre dáimon de Sócrates), no que se aproxima da concepção religiosa e ocultista não-helênica de Santo Anjo Guardião, ou mesmo do conceito psicológico de consciência, como o sinal espiritual que nos norteia. Que se esclareça que em nenhuma dessas acepções são atribuíveis ao dáimon propriedades ou características de uma criatura voltada necessária e absolutamente para o bem ou para o mal dentro do paradigma maniqueísta, o que torna a palavra demônio, a despeito de sua semelhança morfológica e etimológica, uma tradução inteiramente inconveniente (cf. nota de Bini, tradutor do Fedro, 2008).

[15] – Zeller cuja obra Die Philosophie der Griechen in ihrer geschichtlichen Entwicklung é citada por Reale.

[16]ψυχή significa alma em grego.

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Sobre Luiz Marcelo Viegas

Mestre Maçom da ARLS Pioneiros de Ibirité, Nº 273, jurisdicionada à GLMMG, oriente de Ibirité/MG. Membro da Escola Maçônica Mestre Antônio Augusto Alves D'Almeida - GLMMG Contato: opontodentrodocirculo@gmail.com
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