O Simbolismo da Roda – Capítulo 1 (2ª Parte)

Resultado de imagem para simbolismo da roda

Reiterando o ato criativo, que nasce da pureza indiferenciada, sem mescla, do qual não é nem um polo nem outro, mas sim o que é em si mesmo, regeneramo-nos e ao universo, constituindo o homem no símbolo central, do único, que é o mesmo que dizer do ser, do amor, ou do conhecimento.

Compreendendo a identidade entre o ser universal, o todo e o si mesmo, a total manifestação dos princípios nos apresenta como uma revelação. Chega-se então a conhecer a unidade do ser, que é igual ao si mesmo, sem divisão nem extensão de nenhum tipo, motivo pelo que não pode ter par. Entretanto, essa realidade que a nível cósmico é a mais alta, não é mais que um ponto afirmado nas possibilidades infinitas do não ser. Por isso o ser é um ponto na infinitude do não ser (ou do supracósmico, ou do supra-ser ou do hipertheos realmente incondicionado) e inversamente o não ser é um ponto presente em tudo o que é. A unidade atua como símbolo e conecta à unidade aritmética (que será geradora da série numérica) com a unidade metafísica, que também pode ser sinalizada com o zero aritmético.

Isto, caso se considere o símbolo como o que realmente é, ou seja aquilo que possibilita qualquer manifestação, até levando-a a sua instância mais alta, quer dizer, a de considerar simbólica à própria triunidade de princípios universais que constituem o ser. Pois tanto o ser como o símbolo expressam-se primeiro como princípios e, em seguida, em três níveis no discurso da manifestação. O mesmo acontece com a unidade, que pode ser conhecida em três graus, e também em seu princípio.

Outra coisa é o que acontece na sociedade atual, que considera o símbolo, no melhor dos casos, a nível de alegoria. Ainda que, às vezes, nem sequer leve em conta sua forma literal, mas a desconsidere de plano pelo próprio fato de ser “simbólica”, tendo em vista que entenda ser este fato tal como uma fraude, como a substituição daquilo realmente é e que, por isso, não pode ser [real]. E, portanto, esse signo ou símbolo tem que ser uma falsificação e uma suposição arbitrária. Ou pelo menos uma invenção, quando não uma fábula. Com o mito acontece o mesmo, até o extremo de que, ao se chamar alguém mitômano, seria uma forma educada de lhe dizer que é um mentiroso.

É claro que esta confusão e esta ignorância, por razões cíclicas, são próprias do homem contemporâneo, que é o expoente mais nítido da estultícia generalizada, que vem incubando-se desde muito tempo atrás. Vale um exemplo: no universo tudo é sexuado. Esta verdade, evidente por si mesma, entretanto, é apresentada ao contemporâneo como uma extraordinária novidade no pensamento humano, um grande descobrimento moderno, fruto das investigações científicas dos sexólogos, intérpretes e analistas, e uma conquista dos movimentos sexuais de distintas vertentes. O uso “correto”, ou “livre”, do sexo, parece ser um dos postulados axiomáticos desta sociedade progressista. Visualiza-se o sexo como algo que o homem não conhecia a respeito de si mesmo ou do mundo. Um tema no qual não havia reparado completamente até nossos dias. Como se não tivéssemos estado sempre nus debaixo de nossas roupas, ou como se a natureza tivesse ocultado este fato de alguma forma. O mais ridículo neste caso é que, além disso, esta “descoberta” não se refere ao cosmos em sua totalidade, todo ele sexuado –ou diferenciado em um par de opostos que se atraem ou se repelem– mas considera que só o ser humano “conquistou” este direito. Pois supõe que os próprios animais fazem apenas um uso limitado da genitalidade, enquanto que os vegetais virtualmente não a possuem e no reino mineral é nula. Tudo isto referido só ao plano mais estritamente material, pois é óbvio que se ignora a presença real dos mundos sutis, e não se tem nem ideia da existência dos arquétipos. Esta visão antropomórfica do sexo, como atributo pessoal do ser humano, que as demais criaturas pareceriam ter apenas, além disso[3], se vê agravada pelo fato de que o sexuado, para a mentalidade progressista, não excede o erótico-genital. E seu desconhecimento a respeito é tal, que se acredita que a realização sexual é em si mesmo um fim, tão avançado e moderno como a moda. Uma panaceia universal aprovada com certificado, inventada recentemente pela ciência, para a tranquilidade e o conforto psíquico dos cidadãos.[4]

Portanto, quando dizemos que o universo é sexuado, com segurança que estamos nos referindo a outra coisa do que vulgarmente se entende por isso. Estamos afirmando, como o têm feito todas as tradições, que na criação, na vida, há sempre pressente duas correntes cósmicas de energia. E que cada uma delas representa um sexo, uma polaridade, que a genitalidade humana também manifesta em inumeráveis seres e coisas. Unanimemente, a antiguidade outorgou à sexualidade e seus mistérios uma importância fundamental. A tal ponto, que se considera a energia sexual não só como geradora, mas também como regeneradora. Como o suporte e o impulso que permite a realização e o conhecimento. Posto que utilizando sua polaridade –que é a mesma dualidade de todas as coisas– se pretende a união (onde a oposição não existe), compreendendo-a como um meio de realização, de transmutação, que vai do mais grosseiro ao mais sutil, empregando-se muitas formas “práticas” para se chegar a este objetivo. Por outra parte, e voltando ao tema, diremos que é impossível definir o símbolo, pois ele e a criação perene não toleram limites conhecidos em seu desenvolvimento linear e quantitativo. Sendo o símbolo o suporte do Conhecimento, suas possibilidades são ilimitadas. Ele é em si mesmo sua própria definição, posto que sua função é seu ser. É sempre idêntico a si, e mutável com as mudanças dos seres individualizados, das formas e dos estilos que o refletem. O acha presente em todas as tradições, porque se encontra na trama da vida, da manifestação e do homem. Este último é muito mais e muito menos do que ele atualmente imagina. Muito mais em profundidade, no sentido vertical do não formal, muito menos quanto a suas indefinidas possibilidades horizontais de mutação que ele e as formas personalizam.[5] E o mesmo acontece com sua concepção da vida, sua visão do mundo, e sua compreensão do símbolo.

Dissemos que o símbolo é o ponto de conexão entre uma vertical e uma horizontal de energia, como a figura do esquadro, ou da letra grega gama, e participa de ambas as naturezas. Nós também afirmamos que o poder vertical é ao mesmo tempo descendente e ascendente, porque ele vai do simbolizado ao símbolo e deste ao simbolizado, como um moto-perpétuo. Além disso, que a energia horizontal se difunde e se irradia indefinidamente gerando seu próprio plano, ou campo de ação. Devemos acrescentar que o sentido ascendente ou descendente que damos a esta energia, não só se manifesta em função do caminho de ida ou vinda vertical que percorre, como também é “benéfica” ou “maléfica” – por assim dizer. Benéfica enquanto o símbolo é tal, e como tal é compreendido, ou seja, quando normalmente desempenha a sua mediação; maléfica se ele é considerado apenas como uma convenção arbitrária, ou uma mera invenção humana, e por isso é levado, motivo pelo qual não é revelador de nenhum outro nível que não seja o psiquismo do homem. Neste último caso, a degradação do símbolo seria um evento muito perturbador, que só a compreensão e a vivificação do simbolismo podem equilibrar. Isto também estaria representado pela figura da cruz, em que os braços horizontais formam o campo ou plano de manifestação do símbolo, e os braços superior e inferior estariam expressando sua energia ascendente-descendente, ou benéfica-maléfica, respectivamente.

No símbolo específico da roda cósmica, imagem e modelo da criação, um eixo fixo constitui um centro que irradia sua energia para o exterior, difundindo-se em proporção direta ao quadrado das distâncias. Na concentração, ou retorno ao centro interior da periferia, a energia percorre inversamente esse quadrado das distâncias. Uma e outra energia são exatamente proporcionais entre si e ambas coexistem permanentemente. A primeira expressa a vontade da expansão indefinida, e a outra, a contração necessária a toda manifestação. Se a primeira fosse o fluir das emanações até seu próprio limite, esse limite estaria imposto pela contração da segunda e sua atração para o centro arquetípico.[6] Estas duas energias seriam representadas geometricamente por duas espirais, uma evolutiva e a outra involutiva. Tem-se em conta que são simultâneas, e que constituem a estrutura do ovo do mundo, sendo elas a expressão simbólica dos princípios dos quais este ovo primitivo deriva.

Convém deste modo fazer uma distinção entre os símbolos naturais e os símbolos específicos da Ciência Sagrada, ou tão somente Ciência. Estes últimos são os portadores sintéticos, conscientes e didáticos, de um conhecimento ou verdade, e nos foram transmitidos através do próprio homem.[7]

Isto posto, estivemos vendo que toda expressão ou manifestação é por si mesma simbólica. Sem que isto deixe de ser certo em nenhum momento, convém esclarecer que há determinados jogos de símbolos, mitos e ritos –que por outra parte se dão em distintas formas em todas as tradições– que foram especificamente cunhados como veículos do conhecimento pelos sábios e os inspirados dos inumeráveis povos. Estes gestos rituais, revelados pelos deuses aos mortais, incluem o ensino de uma cosmogonia e a possibilidade de compreender novos mundos, ou novos estados do ser, que constituem a verdadeira realidade do que é o homem e o universo. Esta possibilidade sempre é ensinada; o ser humano em seu estado ordinário não a conhece, nem pode realizá-la por si só, ainda que o queira, e necessita sempre de um espelho onde se olhar e se reconhecer, e da palavra que o resgate do mundo dos mortos, ou dos ignorantes, e lhe insufle a possibilidade de uma nova vida, de encarnar o homem novo. Esse espelho é, em primeira instância, o exercício da simbólica, que têm que ser aprendida e ensinada, para se obter um imprescindível estado de virgindade. Posteriormente, essa mesma simbólica é ordenadora, e quem a transmite também a conhece porque, outrossim, a ensinou. Esta cadeia iniciática tradicional nos faz remontar à origem, tanto a histórica quanto a atemporal, ao final do que nos encontramos sempre com a mesma pergunta: quem?[8] Quem os revelou aos sábios e aos homens? Segundo a tradição, sua origem é não humana, por ser supracósmica. De fato, todos os povos coincidem na fonte mítica, produzida na noite da história, além do tempo. Ademais é unânime a ideia de um deus civilizador e ordenador, ou a de um herói liberador e instrutor. Os símbolos precisam ser ensinados, para que haja uma compreensão real das forças que concentram. A energia que permanece oculta no símbolo em estado potencial, requer ser ativada. Mediante o rito da aprendizagem, do estudo e da meditação, se desperta para o símbolo e este opera. A relação é mútua. A energia-força que este expressa vem a nós, e nós a projetamos sobre ele, estimulando sua própria essência. Evoca-se então, além disso, a energia de todos os que conheceram, compreenderam e irradiaram o símbolo. E essa mesma entidade, ou estrutura arquetípica, atualiza os princípios universais, fazendo com que estes vertam-se em nós e nós participemos deles, graças à identificação com o símbolo e à mediação simbólica, reativada por uma exegese ritualística, que é aquela que com o passar do fio da história manteve viva a possibilidade da regeneração ou, o que dá no mesmo, a que faz factível que tudo sempre seja novo e verdadeiro.

Temos que ver agora as relações entre símbolo, mito e rito, e devemos então afirmar que esses vocábulos designam de distinta maneira uma coisa em três formas operativas. Diz-nos Mircea Eliade que: “O mito é a explicação e a justificação da irrealidade da existência”. Ele constitui um eixo fixo que articula o que constantemente acontece, o perecível, o ilusório. É uma verdade tangível, um “modelo exemplar”, periodicamente encarnado pela comunidade, ou por alguns de seus membros, e possibilita a regeneração coletiva estabilizando a ordem necessária para o desenvolvimento. Ele expressa as origens e a renovação da vida, harmonizando e assegurando a continuidade dos povos. Os mitos da criação do universo e os trabalhos dos heróis são o testemunho revelado de uma possibilidade diferente, da realidade do além, ao nível da compreensão do homem. São eles os que, ao transmitir este conhecimento, outorgam à vida um sentido coerente e a enriquecem com a opção salvadora da realização espiritual. O mito é necessário. É um motor vivo e constante na vida das sociedades. Ele nucleia as tradições orais e consagra os valores do coletivo e do individual. Promove as ações e educa os homens ao lhes ensinar o que não poderiam saber se não fosse por seu intermédio. Os mitos são para esses homens toda a realidade e toda a verdade, e a dura existência cotidiana ocupa frente a eles um lugar secundário ou derivado, como as sombras com respeito à luz.

Deve-se também sublinhar a carga emotiva do mito e a ressonância imediata que encontra no homem. Do mesmo modo, não tem que passar-se por alto sua função mnemotécnica, pois a “lembrança” é uma força constitutiva da vida e sempre a antiguidade considerou a memória como uma deidade. Em uma concepção onde o universo é um conjunto de partes solidárias, indissolúveis e inter-relacionadas, o cosmos também tem mente e memória. Os períodos de “sono” no universo, correspondem aos momentos de esquecimento dos povos, na sua desintegração. O mito faz com que estes despertem e se produza a reintegração e a “lembrança”. No homem acontece o mesmo, e graças ao mito, liberamo-nos do tempo relativo e ordinário, e retornamos a outro tempo, onde tudo é verdade, a um momento sem duração cronológica, a um estado “mítico” original, perfeitamente experimentável, no qual as coisas e as concepções cotidianas passam a ser completamente outras coisas e outras concepções, pois o ângulo de visão foi alterado pelo conhecimento do supra-histórico e do sobre-humano.

É importante destacar que a forma normal de transmitir um mito é através da poesia[9] e sua recitação rítmica reiterativa, a que junto com o gesto e com o movimento configura e encena a estrutura do rito. Trata-se de dar expressão aos grandes ritmos cósmicos e naturais que se transferem aos acontecimentos e aos personagens no tempo de uma história, em um estado particular. Esta cosmogonia repete magicamente a situação original, tornando o presente efetivo, atual e renovador, por obra do poder concentrado da energia do mito e sua ritualização.

A etimologia da palavra “rito” provém do latim ritus, que significa cerimônia religiosa. Deriva da raiz sânscrita rt, que conforma o nome ritli: ida, marcha, encaminhar-se, adiantar ou progredir, uso, etc., e também a voz Rita: ordem. Tratar-se-ia, pois, de um uso ou andar ordenado, tal qual a marcha dos dias, e especialmente das cerimônias no tempo circular do calendário ritual, e sua cristalização ou atualização no espaço do templo, ou casa cultual.

Devemos deixar bem estabelecido que quando nos referimos aqui às cerimônias religiosas, fazemo-lo no sentido mais amplo do termo. Por um lado, estas cerimônias jamais foram “religiosas” no sentido que se atribui hoje em dia ao termo, e tampouco “cerimônias”, como as que vulgarmente conhecemos. Os ritos de fecundação, de regeneração e de iniciação, não têm nenhuma relação com o devoto-ortodoxo, piedoso-sentimental, moral-justo, ou com a solenidade afetada, características que são próprias da sociedade contemporânea e que constituem um derivado disforme das virtudes do sagrado, do heroico e do metafísico. Por outra parte insistimos em que a compreensão moderna do que é uma cerimônia, acha-se vinculada a ideias assépticas relativas ao laicismo, à comemoração, ou à pompa exterior, quando não são atividades supostamente mágico-fenomênicas, que não excedem o nível literal. Toma a forma cerimoniosa como um fim em si mesmo, ou como uma comédia antiquada, ou um fato mecânico-institucional de corte digno.

Se o cosmos for a fixação de um gesto, ou a solidificação da inflexão de um som, ou a dança de um bailarino supracósmico, é, portanto, um rito primitivo que se acha implícito em todo o manifestado. A reiteração deste rito é uma perene atualização desse fato efetuada a nível sensível. Exige por isso o conhecimento do evento cosmogônico original para que seja “verdadeira”, no sentido de que obtenha adequadamente seus propósitos. Ou se precisa para isto, ao menos, uma disposição tal de ânimo, que torne possível paulatinamente esse conhecimento e sua complementar realização efetiva. O rito é liberador; ao imitar conscientemente e com a devida disposição harmônica o ritmo da estrutura cósmica, permite-nos sair dela por seu intermédio, encontrando assim a possibilidade de transcendê-la ao vivenciá-la, e compreendê-la no coração. Esta liberação não é nenhum “milagre”, pois verdadeiramente a estrutura cósmica é nada mais –e nada menos– que um suporte do incriado, e o homem um simples estrangeiro, como exilado nesta terra. Este é um fato normal, tal qual o retorno a nossa autêntica casa, ou a nossas origens não humanas. E o rito iniciático, uma via ordenada para efetuá-lo.[10]

Na realidade, a vida mesma é o maior dos ritos. Uma cerimônia permanente, o rito por excelência, onde a perfeição finita de cada símbolo ou gesto esconde e contém uma perfeição infinita. Neste enquadramento, a vida é uma simbólica, e seu conhecimento constitui a ciência dos ritmos e dos símbolos. E é através da ciência dos símbolos, quer dizer, por meio do conhecimento da simbólica, que se realiza a passagem do cósmico ao supracósmico, do criado ao incriado, do humano ao não humano.

Autor: Federico González
Tradução: Igor Silva

Notas

[3] – A sociedade moderna não só tem uma visão antropomórfica a respeito deste tema, mas também o derrama sobre todas as coisas. Começando por sua concepção de Deus. Tudo o “humaniza”, e projeta em tudo sua psicologia, supondo ainda que o homem universal, é como ele um progressista ocidental do século XX, um hipotético homem “científico”. A concepção do mundo contemporânea é antropomórfica e psicologista e, para terminar, presume ser objetiva.

[4] – A supervalorização do erótico-genital impede de ver no comportamento humano as inumeráveis formas de penetração e recepção.

[5] – Às quais a tradição bramânica e a budista designam com o nome de roda das reencarnações.

[6] –  No mundo do homem, que depende da atmosfera, esse papel lhe corresponde à gravitação –graças à qual o sangue não escapa pelos poros– que comprime e solidifica o criado.

[7] – Fazendo a ressalva de que este não os inventou, e que não se trata de uma simples convenção, como seria o caso das modernas técnicas da comunicação, notação ou sinalização, ou o uso que faz delas a publicidade, a ciência, e também sua utilização pelas políticas a qualquer nível de sugestão que seja ou com qualquer finalidade.

[8] – Esta é também a última pergunta da cabala hebraica: mi?

[9] – Hoje mesmo em dia, os mitos profanos se propagam através da canção.

[10] – Para dar só um exemplo dos indefinidos possíveis, diremos que o rito da dança –no qual as coreografias cosmogônicas circulares são unânimes– assegura um meio de transformação e transfiguração espiritual, para aquele que compreendeu seu significado e sua natureza, em relação com o conhecimento de si mesmo e do universo.

Nota do Blog

Clique AQUI para acessar todos os capítulos da série.

Anúncios

Sobre Luiz Marcelo Viegas

Mestre Maçom da ARLS Pioneiros de Ibirité, Nº 273, jurisdicionada à GLMMG, oriente de Ibirité/MG. Membro da Escola Maçônica Mestre Antônio Augusto Alves D'Almeida - GLMMG Contato: opontodentrodocirculo@gmail.com
Esse post foi publicado em O Simbolismo da Roda e marcado . Guardar link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s