Ressignificando a Iniciação, sua jornada arquetípica e efeitos psicológicos (Parte I)

O presente artigo objetiva realizar uma análise da infraestrutura psicológica do templo maçônico e da ritualística para desmistificar a correspondência entre a jornada do herói mitológico na cerimônia de iniciação do Rito Escocês Antigo e Aceito, de forma a promover uma ampla e inédita compreensão do processo inconsciente do iniciando na maçonaria.

1 – Introdução

Em uma das passagens mais marcantes do blockbuster Matrix, um importante intérprete do filme promove um singular questionamento acerca do que é ou não realidade:

Morpheus: – Neo, o que é o real? Como você define o real? Se você está falando sobre o que você pode sentir, o que você pode cheirar, o que você pode saborear e ver, o real são [então] simplesmente [meros] sinais elétricos interpretados pelo seu cérebro.

Esse relance cinematográfico é uma via condutora para respondermos o que é maçonaria, ou melhor, o que de fato são as cerimônias maçônicas. Isso porque, a “maçonaria é um sistema de moralidade, velada em alegorias e ilustrada por símbolos” (PRESTON, 2017, p. 69). Essa expressão, tantas vezes reproduzida no meio iniciático, diz muito sobre a instituição e seu modo de ensino e aprendizagem, que ocorre por meio de rituais repletos de alegorias e expressões
simbólicas.

Todavia, entre o desdobramento do ritual e o comportamento de seus praticantes há um mecanismo psicológico que não pode ser ignorado e cuja compreensão pode contribuir para um melhor entendimento da estrutura do templo maçônico e os procedimentos ritualísticos da cerimônia de iniciação, denotando uma explicação “subterrânea”, “oculta”, “estrutural” e “subjetiva” do ritual que revisitaremos neste paper.

Em outras palavras, a ritualística ou o templo maçônico em si, se não examinados sob diversos pontos, se convertem em mera teatralidade despida de caráter litúrgico, religioso e espiritual que a instituição também propaga.

Todos os acontecimentos mitologizados em nossos rituais, como templo, oriente, ocidente, nordeste, sudeste, amanhecer, meio-dia, pôr do sol, meia-noite, os degraus maçônicos, os quatro elementos, não são alegorias de experiências objetivas ou poéticas. Outrossim, são expressões simbólicas do drama interno e inconsciente do maçom que, a exemplo do homem e da consciência humana, consegue assimilar tais ideias através da dramatização atuante no nível inconsciente.

Compreende-se a validade e relevância dessa abordagem pelo fato da literatura produzida pela escola romântica da maçonaria brasileira privilegiar apenas as interpretações que seguem um raciocínio estrito ao entendimento moral, esotérico ou objetivo do ritual maçônico, rechaçando o universo latente do cerimonial e sua formação mitológica e psicológica que propomos constituir nesse artigo juntando os papers da “Iniciação Maçônica”* e “Os efeitos psicológicos do ritual maçônico”**, ambos inéditos e de nossa autoria.

Antes de adentrarmos propriamente na jornada do herói, que dissecará o modus operandi da iniciação maçônica no Rito Escocês Antigo e Aceito, torna-se imperioso desmistificarmos os alicerces desse processo iniciático compreendendo as estruturas psicológicas do templo maçônico pois, somente assim, conseguiremos compreender cada passo na aduzida jornada, da qual o processo de ingresso percorre por meio da alegoria e simbolismos da iniciação.

2 – O templo maçônico e a psique humana

Os maçons são unanimes em dizer que o templo maçônico é simbólico [1]. Contudo, aqui chamamos a atenção que o símbolo é muito mais do que mera ornamentação artística para representar algo.

Com efeito, toda a ornamentação e divisão do templo não são frutos do acaso e do convencionismo estético, a começar pela câmera ou caverna de reflexões, sala dos passos perdidos, mais adiante o átrio, e finalmente o interior do recinto maçônico. Todos estes compartimentos são representações de estágios de níveis de consciência há muito tempo utilizados para separar o sagrado do profano (VAN GUENNEP, 2011, p. 23-40).

Nesse contexto, o ritual dramatiza a passagem de um estado de consciência para outro, ou seja, do profano para o sagrado, de modo que suas repartições devem ser compreendidas caso queiramos aprofundar nossa percepção sobre a ritualística e a cerimônia de iniciação.

Isso porque rituais ou simples gestos simbólicos, identificam nossa consciência com o campo essencial de atuação, isto é, com cada espaço usado para estabelecer a diferença entre o sagrado e o profano na mente do indivíduo.

O soldado que retorna da guerra, ao passar pelo arco do triunfo – rito de passagem – acaba deixando a guerra para trás. Da mesma forma, ao deixarmos a sala dos passos perdidos e posteriormente o átrio, é sabido (mesmo inconscientemente) de que estamos (ou estaremos) em um local “dedicado à virtude e consagrado para a prática do bem”, o templo maçônico.

Assim, as salas que antecedem o templo, cumprem a função psicológica de devidamente introduzir o adepto em um local – estado de consciência, para que o ritual cumpra seu dever cognitivo de forma efetiva.

Um excelente exemplo ritualístico disso, por vezes ignorado, é a entrada ritualística dos que chegaram após a cerimônia de abertura dos trabalhos.

De acordo com alguns rituais, há neste momento uma saudação ritualística, pois, como dito, gestos e sinais simbólicos hão de identificar o consciente e/ou inconsciente com o campo de ação, para o caso deste não ter sido devidamente introduzido no ritual/templo pela hodierna ritualística de abertura dos trabalhos.

Para além do templo em si e sua representação como o sagrado, as funções-cargos expressadas no ritual ou na mitologia maçônica são personificações das leis psicológicas que atuam na psique humana, perfeitamente demonstradas por Jung e Campbell, quando inerente às mitologias e religiões, cujas bases serão traçadas para desmistificar a ritualística maçônica.

Destarte, o templo maçônico deve ser assimilado como uma grande alegoria estrutural da própria mente dos maçons, que está sujeita a todo tipo de desafios complexos e provas, consoante replicado abaixo. Se este é o entendimento firmado do templo maçônico, logo, o processo de admissão ao mesmo, ou seja, a iniciação em si, é um procedimento de introspecção, uma jornada para o interior da psique, cujo cerimonial se reveste da mitologia maçônica para, ao final do processo, objetivar uma transformação psicológica no íntimo dos indivíduos.

2.2 Um estudo comparativo da estrutura da personalidade e suas correspondências simbólicas com
o templo maçônico

De acordo com a psicologia analítica de Carl G. Jung, a psique divide-se em três níveis: a Consciência, o Inconsciente pessoal e o Inconsciente coletivo (HALL, 2005, p. 24-83). Conforme segue-se abaixo, tais divisões se conciliam em significados e funções com a parte exterior e interior do templo maçônico (sala dos passos perdidos, átrio e o templo), sendo que na parte interior, teremos uma correspondência particular com o ocidente e oriente.

NÍVEL 1 – CONSCIÊNCIA: Sala dos passos perdidos e o mundo profano

Sobre Consciência, Persona e etc.;

A consciência é a única parte da psique a qual conhecemos direta e objetivamente (HALL, 2005, p. 24-83), e nela tudo ocorre de forma racional e lógica. Da mesma forma, isso também acontece antes de adentrarmos ao templo, pois é na sala dos passos perdidos que tudo ainda decorre de forma desprovida de questões oníricas, sem sinais ou gestos simbólicos, salvo detalhes excepcionais. Essa falibilidade das coisas a nível consciente está perfeitamente representada e dramatizada na câmara ou caverna de reflexão, onde elementos associados a vida terrena se acham dispostos com intuito de proporcionar um entendimento da finitude da vida consciente e sua perene ilusão de imortalidade.

O significado psicológico de Persona, para Jung, é aquela parte da personalidade desenvolvida e usada em nossas interações mundanas (profanas), nossa face externa consciente, nossa máscara social, como veículo não de nossa real vontade, mas da nossa necessária aceitação.

Assim que, nas iniciações maçônicas, o gesto dos candidatos serem despidos de todos os metais, e iniciarem todos exatamente da mesma forma, pode significar que, naquele momento, o indivíduo despe-se de suas personas.

Esse desprendimento se faz necessário visto que, conforme Jung, no nível do inconsciente pessoal – que citaremos logo adiante – não há persona, a qual se manifesta apenas no nível consciente.

Se observarmos bem, o tratamento igualitário – tanto na iniciação como nas reuniões ritualísticas – fazem jus a presente esquematização, conforme corroborado abaixo, todavia não ignoramos os outros significados para com esses detalhes.

NÍVEL 2 – O INCONSCIENTE PESSOAL: O Templo Maçônico

Sobre Inconsciente Pessoal, Sonhos, Anima/Animus e etc.;

Todas as experiências que temos, sendo que algumas são esquecidas, mas que, todavia, não deixam de existir, são antes armazenadas e trabalhadas no Inconsciente Pessoal. É nesse nível que ocorrem os sonhos e toda a projeção quando estamos dormindo e, como sabemos, tais eventos oníricos são dotados de acontecimentos surreais e ilógicos perante a nossa realidade objetiva, visto que conceitos de “Tempo e Espaço” são fatores produzidos pelo nível Consciente.

Assim o Inconsciente Pessoal encontra correspondência simbólica com o interior ocidental do templo maçônico, onde a ritualística já alcança a totalidade dos trabalhos, e estes retratam bem o estado fictício e mítico da mitologia maçônica (drama maçônico), estado este que – paralelamente – também é encontrado nos sonhos dotados de sentidos simbólicos e abstratos, onde, tanto no estado onírico como na ritualística, para se ir do “ocidente ao oriente”, basta-nos dar alguns passos, e do “amanhecer ao pôr do sol”, bastam-se algumas horas, o que ocorre semelhantemente aos nossos sonhos, onde no nível do inconsciente não há uma limitação objetiva, da mesma forma o simbolismo da ritualística não possui um senso lógico pois, sua linguagem é figurada.

Assim como o ritual maçônico não é literal, os sonhos também não são, e ambos transmitem instruções morais através de seus simbolismos visto que, como observado por Jung, o crescimento e amadurecimento moral também é uma finalidade dos sonhos.

Interessante nesse momento confrontarmos as concepções postas entre consciente e inconsciente, demonstrando a oposição destes estágios e, como nosso objetivo é justapor isso com o templo maçônico, o exterior da loja é figuradamente o oposto dos significados ritualísticos do interior, tal como expusemos até agora.

Os conceitos de Anima e Animus foram talvez as duas mais importantes descobertas de Jung. Ambos são aspectos inconscientes de um indivíduo. O inconsciente do homem encontra ressonância com o arquétipo feminino, chamado de Anima, enquanto a mulher associa-se com o arquétipo masculino, chamado de Animus.

Evidente que os conceitos de gênero em se tratando de Animus e Anima se referem às características, e não algo literal, pois, como supramencionado, o inconsciente reside em um nível atemporal, inteiramente psicológico, portanto, não material.

A Anima manifesta-se na psique de forma emocional, passiva e intuitiva. Por outro lado, o Animus manifesta-se de forma racional, ativa e objetiva. Jung costuma relacionar Anima ao deus grego Eros, o deus do Amor, ao passo que Animus era relacionado com o termo Logos, que em grego significa verbo, razão.

No templo maçônico tal equilíbrio dual é conhecido pelas duas colunas B e J. Sendo que na coluna B, tomam assento os aprendizes maçons, os quais são inteiramente instruídos sobre a educação moral, espiritualidade e ética maçônica, conceitos perfeitamente associados ao arquétipo de Anima. E na coluna J tomam assentos os companheiros maçons que, ao contrário dos aprendizes, possuem suas instruções voltadas para arte da ciência, também conhecida como artes liberais, bem como para o conhecimento esotérico, que são características de Animus.

Desta forma, neste contexto, Boaz e Jakin, representam Anima e Animus, e a consecução entre ambas as colunas representa o casamento alquímico, a totalidade do ser, ou seja, o equilíbrio perfeito, o mestre. aquele que caminha com tal união, anda pelo caminho do meio (mestre maçom).

Por fim, vê-se que as duas colunas separam o ocidente em dois lados, e ambas norteiam para os respectivos estudos aqueles que estão sob o seu direcionamento, semelhantemente o que ocorre com nosso inconsciente

NÍVEL 3 – INCONSCIENTE COLETIVO: Sólio do Oriente

Sobre Inconsciente Coletivo, Arquétipos e etc.;

Teoria proposta pela Psicologia Analítica, ele difere do Inconsciente Pessoal, visto que não se trata de experiências individuais, mas, como o nome sugere, são experiências coletivas. Ele é um reservatório de imagens, chamadas de imagens arquetípicas. Tais imagens e concepções são herdadas pelo homem de forma inconsciente através do Inconsciente pessoal. O Inconsciente coletivo estimula no homem/humanidade um comportamento padrão pré-formado, que este seguirá desde o nascimento.

Assim, recebemos a forma do mundo em uma imagem virtual. Tal imagem transforma-se em realidade consciente quando durante a vida identificamos os objetos a ela correspondentes. Da mesma forma recebemos do inconsciente a impressão da contraparte Anima (no caso dos homens). Enquanto crianças a identificamos com nossas mães (ou pessoas que nos criaram que possuam características de Anima), mais adiante em nossas vidas, tal impressão se converte na companheira-mulher, com a qual nos casamos.

Os conteúdos do inconsciente coletivo são denominados de “arquétipos”. Tal termo significa um modelo original que conforma outras coisas do mesmo tipo, semelhante ao termo “protótipo”. Tanto o Inconsciente coletivo como o arquétipo se confundem com aquilo que chamamos, nas ordens iniciáticas e meios espiritualistas, de “egrégora”, e a principal base científica que sustenta este presente artigo, é sem sombra de dúvida o conceito de Inconsciente Coletivo.

Para Jung, tanto a experiência quanto a prática religiosa eram fenômenos que tinham sua fonte, interna e externa, no Inconsciente Coletivo (JUNG, 2011) (conhecido esotericamente por “egrégora”). O céu, o inferno, a era mitológica, o Jardim do Éden, o Olimpo, bem como as outras moradas dos deuses, são interpretados pela psicanálise como símbolos do inconsciente, e se enquadram ao simbolismo do dossel e do sólio no Oriente, localizado a sete degraus acima do nível onde se encontram os Aprendizes, Companheiros e Mestres, onde se encontra o chamado Trono de Salomão e que possui estampado o olho que tudo vê no Rito Escocês Antigo e Aceito.

Assim como o Inconsciente Coletivo dispõe da pré-formação psíquica da psique (JUNG, 2011), o direcionamento ou pré-formação dos trabalhos vem do Oriente da Loja, além de que as informações históricas da Loja, presentes na Carta Constitutiva, também se localizam na região do sólio, bem como os registros de todas as reuniões ficam junto ao secretário (que normalmente toma assento no oriente.

3 – Os efeitos e sinais inconscientes da ritualística maçônica

Os efeitos e sinais inconscientes da ritualística maçônica se mostram evidentes quando dispomos da estrutura psicológica sob o templo maçônico. Desta forma, o indivíduo que vivencia os rituais por meio da iniciação, elevação e exaltação acaba por se transformar, seja pelas convicções conscientes, ocasionadas pelo sistema mnemônico da cerimônia, ou pela influência do inconsciente que recebe todos os sinais enviados pelo simbolismo, como exemplificamos abaixo:

Outra forma de transformação é alcançada através de um ritual usado para este fim. Em vez de se vivenciar a experiência de transformação mediante uma participação [vivência natural], o ritual é intencionalmente usado para produzir tal transformação. (…) Se recebe um novo nome e uma nova alma, ou ainda passa-se por uma morte figurada, transformando-se em um ser semidivino, com um novo caráter e um destino metafísico transformado (JUNG, 2011, p. 231).

Os maçons devem, portanto, realizar reflexões da simbologia maçônica. Ao se executar um ritual de alto valor cultural, com gestos e passagens incomuns ao usual, o qual, sob um olhar cético e profano, pode ser até mesmo considerado supersticioso, deve o adepto analisar tais movimentos sob diversos níveis, inclusive o psicológico.

Ademais, abordar o ritual maçônico sem um entendimento basilar, como propomos neste artigo, seria como ver animais nas nuvens, ou seja, um mero exercício de vontade e imaginação (JUNG, 1978).

Com efeito, a função psicológica da ritualística maçônica é a de restaurar um equilíbrio inconsciente no praticante, por meio do sistema moral e alegórico, de modo a produzir um material onírico na mente dos membros, que terão um amadurecimento progressivo, tanto a nível objetivo e moral, como subjetivo e inconsciente.

Os exemplos são variados disso. Nos rituais tribais de iniciação (e outros por equiparação) dá-se ao candidato um novo nome, sendo classificado dentro do grupo em seu grau correspondente, bem como ele ganha ainda uma idade fictícia, que desempenha um papel simbólico do seu posto, e recebe uma marca, que nos tempos atuais figura como simbólica, e no final, tudo isso distingue o iniciado dos não iniciados. Qualquer semelhança com a maçonaria não é acaso.

No Rito Escocês encontramos estes mesmos e ainda outros atos ritualísticos. Seja física ou simbólica, estas representações operam igualmente no inconsciente. A prática de diferentes termos linguísticos também é usada para separar o sagrado (inconsciente) do profano (consciente). Este exemplo é um dos diferenciais do ritual, onde uma linguagem própria e coloquial é adotada.

A mitologia e a ritualística, em síntese, simbolizam e expressão a dinâmica da psique. O que ocorre de simbólico e figurado no plano consciente, erroneamente deduzido de teatro, ocorre real e efetivamente em outros níveis, como, por exemplo, no inconsciente pessoal dos maçons.

Continua…

Autor: Rafhael Guimarães

Fonte: Revista Ciência & Maçonaria

Nota

[1] – O conceito de símbolo adotado nesta obra é o da Psicologia Junguiana, que difere do conceito semiótico de símbolo instituído pelo suíço Ferdinand de Saussure, pai da linguística, bem como também difere parcialmente de certas análises Psicanalíticas de Freud.

Nota do blog

*Para ler o artigo A Iniciação Maçônica e a Jornada do Herói, clique AQUI.

**Para ler o artigo Os efeitos psicológicos da prática do ritual maçônico, clique AQUI.

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